Gastrectomia
Gastrectomia é o termo médico que se refere à remoção parcial ou total do estômago.
Ela pode ser necessária para tratar problemas como:
- Câncer;
- Tumores benignos;
- Estenoses benignas (estreitamentos);
- Obesidade.
Antes da cirurgia, o cirurgião irá avaliar o caso clínico do paciente e discutir qual é a melhor opção de tratamento.
Ela pode ser realizada por via laparoscópica, por via robótica, ou por via aberta (laparotomia), a depender do quadro geral da doença e das condições clínicas do paciente.
Tipos de Gastrectomia:
- Subtotal ou parcial;
- Total;
- Vertical (sleeve).
Gastrectomia parcial:
É a cirurgia para remover parte do estômago. Ela costuma ser indicada para casos de cânceres de estômago em sua porção mais distal e em alguns tipos de tumores benignos.
Gastrectomia total:
É a cirurgia para remover todo o estômago. Ela costuma ser indicada para casos de câncer de estômago mais proximais e/ou de tipo histológico mais invasivo.
O tratamento após a gastrectomia vai depender do motivo pela qual a cirurgia foi realizada. Se o objetivo foi tratar uma doença, o médico irá orientar o paciente sobre os cuidados necessários para se recuperar da cirurgia. Se a gastrectomia foi realizada para reduzir o peso, o paciente deverá seguir uma dieta especial e fazer exercícios físicos regularmente.
Gastrectomia vertical (sleeve):
A gastrectomia vertical, também chamada de sleeve gástrico, é um procedimento cirúrgico para tratamento de obesidade. Este procedimento é tipicamente realizado por laparoscopia, que envolve a inserção de pequenos instrumentos através de várias pequenas incisões no abdome superior. Durante a gastrectomia vertical, cerca de 80% do estômago é removido, deixando um estômago em forma de tubo, em tamanho e formato de uma banana.
Limitar o tamanho do estômago restringe a quantidade de alimentos que você pode consumir. Além disso, o procedimento provoca alterações hormonais que auxiliam na perda de peso. Essas mesmas alterações hormonais também ajudam a aliviar as condições associadas ao excesso de peso, como pressão alta ou doenças cardíacas.
Alterações no estilo de vida:
Devido à redução / perda da capacidade de armazenamento habitual pelo estômago, a quantidade de alimentos que o paciente costuma poder ingerir após a cirurgia não é mais a mesma.
Geralmente é necessária uma readequação do hábito alimentar, onde menores porções de comida são ingeridas, mais frequentemente. A perda de peso é frequente. Em alguns pacientes pode ocorrer o efeito dumping, que costuma melhorar com o tempo e adequações dietéticas.
Antes de decidir sobre realizar um procedimento cirúrgico, é muito importante consultar um especialista, agendando uma consulta e discutindo o caso específico e avaliar todas as opções de tratamento e cuidados posteriores.
Este conteúdo tem fins meramente informativos e não substitui a consulta médica.
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